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O que é?

Serviço onde o Especialista de Acústica compartilha seu conhecimento para definição das melhores alternativas, de um ambiente, partição ou edificação que necessitam de soluções acústicas ou sistemas construtivos que atendam requisitos de isolamento e/ou conforto acústico visando atingir o objetivo esperado.

Trabalho Técnico onde a experiência adquirida de mais de 10 anos convivendo com Acústica é explorada em forma de ações práticas para solucionar o problema em questão.

Consultoria

O que engloba?

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O Projeto de Acústica é um documento técnico que reúne um conjunto de informações autossuficientes e adequadas à compreensão das opções de engenharia e à execução da obra, com detalhamento das intervenções em todas as áreas e elementos da Edificação.

Um projeto eficiente é aquele que consegue otimizar os custos de uma obra aproveitando ao máximo os recursos já disponíveis (ex: concreto), complementando com soluções específicas de Acústica para atingir os níveis de desempenho e conforto desejados.

IMPORTANTE: priorizar a interação direta com outras especialidades, tais como: projeto de arquitetura, estabilidade, condicionamento térmico, ventilação, instalações em geral, etc. A articulação e o bom entendimento entre os projetistas são fundamentais para o sucesso e cumprimento dos objetivos e resultados almejados.

É composto por 3 (três) etapas básicas que poderão conter:

Projetos

Dados de Entrada

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Poluição sonora não prejudica somente as pessoas, mas também os animais e o meio em que vivem por André Ribeiro, Oda Paula Fernandes e Victor Monteiro Nem todos sabem, mas poluição sonora é considerada poluição ambiental. Para animais que vivem próximos a regiões urbanas muito barulhentas, os danos podem ser maiores que para os seres humanos. Os animais dependem da audição, por exemplo, para caçar e para se localizar. Por instinto, principalmente os silvestres, costumam evitar áreas barulhentas

Desta forma, com o crescimento cada vez maior e mais acelerado das cidades, esses animais tendem a desaparecer. Brasília é uma região onde ainda vivem muitas espécies silvestres. Em compensação, a cidade também é um canteiro de obras constante, com grandes prédios e projeções surgindo em maior número. Esse tipo de poluição atinge também moradores de regiões urbanas das grandes cidades. Excesso de exposição ao barulho pode causar sérios danos à saúde, inclusive perturbação da saúde mental, envelhecimento precoce, insônia entre outros. E isso se torna cada vez mais comum. As pessoas vivem mais estressadas, apresentam doenças cada vez mais cedo. Tudo isso, em parte, reflexo da agitação e do barulho da vida urbana. Um risco à saúde pública. No DF, o controle da poluição ambiental é responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente, por meio da Subsecretaria de Saúde Ambiental. O subsecretário Luiz Maranhão admite que o problema existe e atinge os animais silvestres. “Estamos transformando a convivência urbana em uma ilha de poluição. Temos diversas formas de poluição dentro da cidade”, afirma Maranhão. Ele diz que o governo planeja ações para combater o problema (veja abaixo). A bióloga Luanna Ribeiro Silva, 26, concorda. “O primeiro ponto negativo em relação ao crescimento urbano em áreas onde existem animais silvestres é a diminuição do seu habitat, que influencia no comportamento das espécies, tais como, reprodução e alimentação.”Luanna explica ainda que o crescimento dos centros urbanos nestes padrões se torna um fator de risco, já que os animais ficam cada vez mais próximos dos humanos. “Um risco tanto para os animais quanto para a população”, afirma. Com o excesso de barulho ou mesmo ruídos que não sejam comuns para os animais, os danos acontecem de diversas formas. Excesso de barulho pode alterar completamente o ciclo natural da vida desses animais. Ainda segundo Luanna, os morcegos, por exemplo, utilizam um sonar biológico como guia. “O barulho atrapalha a dinâmica natural desta espécie. Eles ficam desnorteados”, explica. Outra consequência é a evasão destes bichos. O barulho pode fazer com que espécies se mudem para regiões onde tenham tranquilidade e alterem o equilíbrio do ecossistema. Os animais domésticos também sofrem. Os cães, por exemplo, são muito afetados, porque têm a audição muito aguçada, sensível. Pós-graduado em ciências biológicas, José Hyrlleson Cândido esclarece que para suportar a carga de som, os animais têm de se adaptar. “Os animais domésticos se habituam à rotina de seus donos, do mesmo modo que os donos se adaptam ao comportamento do animal.” O especialista completa dizendo que em cidades maiores, onde os animais são criados em ambientes cada vez menores, eles ficam suscetíveis a variações relacionadas ao estresse. Muitos acabam adoecendo. Fiscalização O vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, publicou o decreto que regulamenta a Lei de poluição sonora, aprovada em 2008. A Lei Distrital nº 4.092/08, estabelece que é proibido perturbar o sossego e o bem-estar públicos pela emissão excessiva de sons e ruídos. Segundo informações do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), 95% das reclamações registradas no órgão são referentes à poluição sonora. (o que é poluição sonora? Acima de quantos decibeis ? Isso equivale a quê?) O auditor fiscal do Ibram, Bento Marçal, esclarece que os limites de decibéis são determinados e mudam para o dia (entre 7 e 22 horas) e para a noite (das 22 às 7 horas do dia seguinte) em áreas residenciais. No período da manhã, por exemplo, o índice é no máximo de 50 decibéis e cai para 45 no período noturno, o equivalente a uma conversa tranquila. De acordo com a Subsecretaria de Saúde Ambiental, como a Lei reconhece a poluição sonora em diversos âmbitos, a fiscalização será feita de acordo com os órgãos responsáveis por cada área. Ruídos provocados por tráfego nas ruas e trânsito, por exemplo, serão fiscalizados e autuados pelo Departamento Trânsito (Detran). Ruídos provocados por bares, festas, carros de som, entre outros, serão fiscalizados e autuados pela Agência de Fiscalização (Agefis). Na regulamentação da Lei 4.092, as infrações estão classificadas em leves, graves, muito graves e gravíssimas. Estão previstas punições aos infratores que vão desde uma simples advertência por escrito, multa, interdição parcial ou total do estabelecimento ou até a cassação do alvará de funcionamento, em caso de comércios. Vale ressaltar que o valor arrecadado com a aplicação de multas por infrações, será revertido ao Fundo Único de Meio Ambiente do DF. Combate à poluição Para integrar ainda mais as pessoas das medidas e determinações presentes nesta Lei, a Subsecretaria de Saúde Ambiental está desenvolvendo o que está sendo chamado de ‘terceira etapa do combate à poluição sonora’. A primeira etapa foi a Lei, a segunda o decreto e a terceira será um programa de educação ambiental, o ‘Soa Bem’. O programa será criado para explicar aos cidadãos quais os direitos da população e a partir de onde se deve respeitar o direito alheio. Esse projeto pode significar um avanço para Brasília, enquanto capital da República, e a questão ambiental. Ruídos em excesso causados pela vizinhança também estão previstos na regulamentação da Lei. A moradora da quadra 513 da Asa Sul, Cilma Machado, 70 anos, reclama do barulho de vizinhança. “Que bom. Vizinho incomoda bastante também. Até uma e pouco da manhã fazem muito barulho. Qualquer coisa, telefono que eles vem em cima”, comemora a moradora.

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Quantas pessoas em seus Home Studios foram ouvir suas primeiras gravações descobriram que havia muitos “ruídos externos”captados?

Pois é, não estranhem, isto é muito comum, principalmente pois nos preocupamos demais em comprar equipamentos e nos esquecemos de “tratar” o ambiente em que vamos gravar.

É importante separarmos Isolamento acústico e Tratamento Acústico, são completamente diferentes

Isolamento acústico: Mecanismo pelo qual iremos isolar o local das gravações – Home Studio – da influência dos ruídos externos,  já o tratamento acústico significa “tratar” o ambiente para que frequências indesejadas, ondas estacionárias e reverberações não tenham influência negativa durante as gravações ou audições.

Em meu Blog existe um eBook sobre Tratamento Acústico em  Home Studio, e se você ainda não leu, realize o download gratuitamente: eBook Como Montar um Home Studio.

Isolamento Acústico.

Se você pretende montar seu Home Studio, estas breves palavras iram te ajudar muito, pois serei prático e didático.

Primeiramente você deve saber a “quantidade” de som que está presente em seu Home. Isso é medido em dB ( decibel ). Logicamente que necessitará de um aparelho específico para esta “medição”. O aparelho chama-se Decibelímetro e afere a “Pressão Sonora do Ambiente”. Este aparelho é facilmente comprado em casas de equipamentos técnicos eletrônicos apresentando valores médios de R$300,00 à 6.000,00 claro você não vai precisar disso hoje você pode baixa em qualquer Smartphone um app com esta função.

Você pode perguntar,  isto é importante? Veja a explicação de um mestre na área:

A onda sonora ao atingir obstáculos apresentará atenuações mediante a composição de cada material. Com isso, ocorre uma atenuação de um determinado valor em decibéis. São exemplos comuns e simplificados para melhor entendimento: 

Parede de Tijolo = de 40 a 60 dB.

Porta de madeira = de 30 a 45 dB.

Janela com vidro duplo = de 40 a 50 dB.

Laje de concreto = de 40 a 50 dB.

Os valores acima descritos são chamados de STC – Sound Transmission Class (Classe de Transmissão de Som), quanto maior o valor, maior será o isolamento necessário. Considerando que a pressão sonora apresenta frequencias graves, médias e agudas, necessitamos “tratar” o ambiente para que ocorra a anulação das mesmas.

Explicando de uma forma simplificada, uma parede de gesso com 12mm em 125 Hz o valor STC é 21, já uma parede com madeira de 6mm na mesma região de freqüência o valor STC é 5. Entenderam?? É difícil mesmo, mas importante. Isto é importante para identificarmos o que queremos atenuar.

Quaisquer materiais usados no revestimento das paredes do Home irá atenuar o som, entretanto, devemos considerar quais frequencias seram importantes para atenuar.

Acredito não ser novidade para vocês, mas o uso de paredes duplas são muito comuns em home e estúdios profissionais, geralmente com “lã de rocha” entre elas, e a eficácia é muito boa. Outro ponto importante é lembrarmos de isolar portas e janelas.

A pergunta mais comum que recebo em meu Blog é:

 – Posso colocar carpete ou caixa de ovo grudados na parede?

Nada disso tem efeito em Isolamento Acústico, ma sim em   Tratamento Acústico. O uso da caixa de ovo e carpete melhoraram as Reflexões sonoras mas eu não recomendaria por aspectos estéticos, higiênicos e nada comerciais caso você precisar receber cliente em seu Home.

Em uma rápida pesquisa na internet você encontrará vários materiais que substituem o uso das “caixas de ovos”. Mas isto fica para um outro post.

Outra pergunta comum:

– Se eu não puder construir duas paredes, o que faço? A minha casa é alugada!!!

Nesta situação lhe darei outra dica: Construa uma segunda parede com madeira como na figura abaixo:

Parede Isolamento Acústico

Outra opção é o uso do  Gesso Acartonado. Neste caso, monta-se a estrutura e em seguida é colocado as placas de gesso. Neste caso a contratação de empresa especializada é de fundamental importância.. Observe a figura abaixo:

 

Um detalhe importante é quanto maior a espessura da camada de lã de rocha ou lã de vidro usada, maior será o isolamento. Não economize nesta parte.

Outra pergunta campeã:

– O meu quarto tem uma janela, o que faço?

A minha resposta mais plausível é: Elimine a janela, mas sabemos que isto nem sempre é possível. Se observar os estudios profissionais e “semi-profissionais” o controle de temperatura e ventilação é feito através de ar conicionado. Infelizmente não tem outro jeito.

Outra pergunta não tão comum:

– Se eu construir um “aquário para dividir meu estúdio em dois ambientes, poderei usar um vidro só?

Minha resposta é Não, e a maneira correta deve ser montada com dois vidros como na figura abaixo:

Vidros Isolamento Acústico

Na parte inferior e superior onde são encaixados os vidros, coloque algum material isolador, como mostra na imagem acima.

-Teto e Piso, como ficam?

O teto e o Piso deverão seguir as mesmas regras das paredes. O teto você poderá rebaixar com Gesso, e colocar lã de rocha ou lã de vidro neste espaço.

O piso poderá fazer algo para suspender e criar um piso artificial sobre o original, podendo também colocar lã de vidro ou lã de rocha entre os pisos, e o uso de borracha no piso superior também é indicado.

– E a porta? O que faço com ela?

Existem no mercado portas acústicas, próprias para estúdio. Para economizar, podemos construir uma.

Pegue 2 portas de madeira maciça, e faça delas um caixote. Entre elas coloque lã de rocha ou lã de vidro. Existem pessoas que colocam cimento entre as portas, funciona bem, mas o peso……..

É isso pessoal, espero ter ajudado.

Deixe seu comentário ou sua opinião sobre o post. Grande abraço e até a próxima.

 
 

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Tratamento acústico

Conheça os principais materiais utilizados em forros, pisos e paredes para reduzir a transmissão de ruídos entre ambientes

 

 
Acervo Marcos Holtz

 

Para proporcionar maior conforto acústico aos cômodos de uma residência, a um escritório ou aos quartos de um hospital, por exemplo, normalmente é necessário empregar materiais que isolem o ruído - tanto aquele proveniente de fora do prédio (motores de veículos, sirenes, pessoas conversando) quanto o originado em sistemas da própria edificação (tubulação de água, de esgoto, máquinas de ar-condicionado).

Os níveis aceitáveis de conforto sonoro, medidos em decibéis (dB), para diversos ambientes são especificados na norma NBR 10.152:1987 - Níveis de Ruído para Conforto Acústico - Procedimento (veja tabela no final da matéria). O assunto também é tratado na NBR 15.575:2008, que traz requisitos de desempenho para prédios residenciais.

Entre os produtos usados para aumentar o isolamento acústico estão as mantas feitas de materiais leves e porosos - como lã de vidro, lã de rocha e espuma de poliuretano - com alto poder de absorção de ondas sonoras. Normalmente, são utilizadas em paredes de drywall, forros, contrapisos acústicos e até como revestimento aparente - caso de discotecas e estúdios.

Outro recurso bastante empregado são os painéis de madeira laminada revestida com placas cimentícias, que cumprem dupla função - separar os ambientes e bloquear a transmissão de ruídos entre eles. As borrachas sintéticas (EPDM) também são muito utilizadas no isolamento de ruídos gerados na própria edificação. Veja a seguir uma descrição dos principais sistemas de isolamento acústico:

  

Marcelo Scandaroli

Lã de vidro

 

Fornecido em rolos ou em placas, de acordo com a necessidade de aplicação, é um aglomerado composto de sílica, vitrificantes, carbonatos e sulfatos que lhe conferem elevado coeficiente de absorção acústica. É bastante utilizado como isolante acústico em projetos residenciais e comerciais, aplicado em sistemas de forros, no interior de paredes de drywall e em contrapisos acústicos.

» Alto poder de isolação térmica
» Não deteriora nem apodrece
» Não ataca superfícies com que entra em contato

 

 

Divulgação: Isosoft

Lã de PET

 

Feito com lã de poliéster obtida de garrafas PET recicladas, o material é 100% reciclável e dá pontos positivos em projetos que buscam certificações de sustentabilidade, como os selos Leed e Aqua. Vendido em rolos, é indicado para sistemas drywall, além de construções em steelframe e woodframe.

» Reciclável
» Conta pontos em selos de sustentabilidade
» Resistente à proliferação de fungos e bactérias

 

 

Divulgação: Rockfibras

Lã de rocha

 

É obtida por meio da fusão de rochas basálticas com outros minerais, resinas orgânicas e óleos impermeabilizantes. Em geral mais densa do que a lã de vidro, também é utilizada no miolo de divisórias e alvenarias, sobre forros e em coberturas. São vendidos na forma de painéis, em diversas densidades e espessuras.

» Facilidade de manuseio
» Resistência a altas temperaturas
» Não apodrece em contato com a umidade

 

 

James Doss / shutterstock

Espumas acústicas

 

Feitas de poliuretano flexível acrescido de redutores de propagação de chamas. São vendidas no formato de placas, já prontas para serem fixadas sobre a superfície metálica, de madeira ou de gesso. Pode ser aplicada nas paredes e no teto dos ambientes e é utilizada como tratamento acústico de locais como auditórios, salas de máquinas, estúdios, casas de shows, etc.

» Material flexível
» Boa absorção de ruídos
» Variedade de acabamentos

 

 

Marcelo Scandaroli

Borracha sintética

 

É obtida a partir de polímeros naturais de alta densidade à base de termopolímero de etilenopropilenodieno (EPDM) e rocha basáltica. É utilizada para fazer o revestimento acústico em tubulações de água e esgoto, no isolamento acústico de pisos e lajes em apartamentos, em salas de máquinas e geradores e em salas de ar-condicionado. Pode ser encontrada nos formatos de rolos ou painéis.

» Isola ruídos de passagem de água e esgoto
» Pode ser usada em tubulações de água quente
» Material lavável

 

 

Divulgação: Eternit

Painel wall

 

É feito de madeira laminada revestida por placas cimentícias em Cimento Reforçado com Fio Sintético (CRFS) prensadas. Todo o processo de fabricação é feito com prensagem sob altas temperaturas para garantir a qualidade acústica do produto. Indicado para uso em forros, mezaninos, paredes e divisórias. Como o nome diz, o produto é vendido em painéis.

» Resistência mecânica
» Bom desempenho térmico
» Estanque à água

 

Níveis sonoros recomendados para ambientes

 

 

Apoio técnico: Marcos Holtz, sócio-diretor da Harmonia Acústica; Isosoft e Isar.

 

Subcategorias

 Ergonomia

“A ergonomia, como técnica de prevenção de males ao ser humano, deveria ser usada no dia a dia, em nossas casas, escritório, no carro que dirigimos, a fim de se evitar futuros problemas de saúde, muitas vezes ignoradas as suas causas. Enfim, em cada tarefa que exija dispêndio de energia do ser humano, deveria ser visto com outros olhos, pensado uma forma mais confortável de realizá-lo”. HospMóveis
 

Para a criação de qualquer tipo de móvel existem medidas pré-estabelecidas para trazer conforto e funcionalidade. Essas medidas não são fixas, pois podem e devem variar conforme as necessidades específicas de cada pessoa. E é devido a isso que a melhor escolha são os móveis feitos sob medida.


 Medidas ergonômicas para a elaboração de um armário / um closet:

Partes de um closet. Fonte: Portal Clique Arquitetura.

 

  1. Prateleiras superiores – vão de 45 cm de altura (área de difícil alcance para a maioria das pessoas, ideal para guardar malas e objetos de uso esporádico);
  2. Araras para ternos, blazers e camisas – vão de 110 cm de altura;
  3. Araras para vestido e casacos longos – vão de 165 cm de altura;
  4. Calceiro – vão de 85 cm de altura;
  5. Gavetas para acessórios – 10 cm de altura (medida interna);
  6. Gavetas para roupas – 18 cm de altura (medida interna);
  7. Largura prateleiras: mínimo 50cm (para que caibam duas pilhas de roupas dobradas lado-a-lado);
  8. Bandejas deslizantes – vão de 15 cm entre elas;
  9. Profundidade – 60 cm. (comportar cabides largos para os ternos e casacos);
  10. Profundidade para armários com portas de correr – 66 cm (6 cm para os trilhos);
  11. Área de circulação em frente ao armário – 70 cm (espaço mínimo);
  12. Área livre em frente ao armário para melhor visualização das roupas – 100 cm;
  13. Área livre entre dois armários posicionados frente a frente – 120 cm (espaço mínimo para a circulação de 2 pessoas);
  14. Altura total do armário – altura do pé direito do cômodo.

 

As portas poderão corresponder às divisões internas, quando seguir um padrão, ou poderão ser portas maiores. Exemplo: armário com 2m de extensão = 5 portas de 50cm cada ou 2 portas de 1m cada.